O crescimento do setor de consumo e varejo depende de uma transformação digital intencional
Uma nova pesquisa da KPMG mostra que aproveitar a transformação digital está no cerne da liberação do crescimento e da melhoria da produtividade. Mas, para poderem avançar, as empresas do setor devem ser metódicas em vincular a inovação a resultados comerciais claros.
A ascensão das tecnologias emergentes está mudando o modo como os clientes querem interagir com as marcas de consumo e varejo. Atualmente, os consumidores esperam conveniência, comércio fluido, personalização e altos padrões ambientais, sociais e de governança (ESG) das marcas.
Essas expectativas tendem a se intensificar à medida que mais consumidores nativos digitais alcançam a idade de consumo. Paralelamente, tensões geopolíticas e incertezas econômicas colocam o setor sob pressão cada vez maior. Essas mudanças estão forçando as empresas de consumo e varejo a adaptarem seus modelos de negócio para que possam funcionar perfeitamente em um mundo multicanal. Leia mais em nosso relatório de 2024 sobre comércio contínuo.
“Há mudanças fundamentais no setor de consumo e varejo”, diz Fernando Gambôa, sócio-líder de Consumo & Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul. “A base dessas mudanças é o entendimento de quais tecnologias podem impulsionar a eficiência e agregar o valor que as empresas buscam.”
Em um ambiente altamente competitivo e dinâmico, pode ser tentador correr para implementar tecnologias na esperança de garantir uma vantagem competitiva. Contudo, o Global Tech Report 2023 da KPMG, baseado em uma pesquisa com 2.100 executivos de 16 países e nove setores, mostra que a inovação precisa estar metodicamente ligada a resultados comerciais claros, além de ser monitorada cuidadosamente para avaliação de seu retorno em resultados líquidos.
Em vez de adotarem novas tecnologias simplesmente “porque sim”, as organizações devem se certificar de que a elaboração de seus planos de transformação digital focará em gerar benefícios quantificáveis e de valor.