Introdução
O Relatório de Transparência Brasil 2025, da KPMG, informa detalhadamente como a empresa estrutura, opera e monitora o seu Sistema de Gestão da Qualidade, reforçando o compromisso com o interesse público, a ética e a excelência profissional.
Em um contexto de transformações regulatórias, avanços tecnológicos acelerados e crescentes expectativas da sociedade em relação à governança corporativa, esse documento fortalece a confiança entre a KPMG e seus stakeholders.
Mais do que cumprir exigências normativas, o relatório oferece uma visão integrada sobre os mecanismos que sustentam a qualidade dos serviços de auditoria e asseguração, evidenciando como cultura, pessoas, tecnologia e governança atuam de forma coordenada para gerar confiança duradoura nos mercados.
Por que o Relatório de Transparência Brasil 2025 é relevante?
O Relatório de Transparência Brasil 2025 é um instrumento que demonstra como a qualidade da auditoria é gerenciada de forma sistêmica e consistente.
São explicados os controles, as políticas e as responsabilidades, permitindo que stakeholders compreendam como a KPMG atua para proteger o mercado e a sociedade como um todo.
Entre os principais aspectos abordados, incluem-se:
- Estrutura e funcionamento do Sistema de Gestão da Qualidade (SoQM)
- Alinhamento às normas internacionais, como a ISQM 1
- Governança, ética e independência
- Monitoramento contínuo e processos de remediação
- Uso responsável de tecnologia e inteligência artificial (IA)
A transparência reforça a credibilidade da auditoria e sustenta a confiança nas informações financeiras e não financeiras divulgadas ao mercado.
Como a KPMG define e assegura a qualidade da auditoria?
O relatório define qualidade da auditoria como o resultado da execução consistente dos trabalhos, em conformidade com normas profissionais, leis e regulamentos aplicáveis, dentro de um sistema robusto de gestão da qualidade.
Esse sistema está alinhado à International Standard on Quality Management (ISQM 1) e abrange:
- Identificação e avaliação de riscos à qualidade.
- Definição de respostas adequadas a esses riscos.
- Monitoramento contínuo da eficácia dos controles.
- Análise de causa-raiz e implementação de ações corretivas.
- Avaliação periódica do desempenho do sistema.
A qualidade, nesse contexto, é tratada como responsabilidade coletiva, apoiada por processos, controles e cultura organizacional.
Como a KPMG enfatiza cultura, governança e ética?
O relatório destaca a cultura organizacional como pilar essencial da qualidade. Os valores da KPMG – Excellence, Courage, Integrity, For Better e Together – orientam comportamentos, decisões e a forma como os profissionais atuam junto a clientes e stakeholders.
O conceito de tone at the top é central nesse modelo. A liderança assume papel ativo na promoção da ética, objetividade, independência e ceticismo profissional, além de fomentar um ambiente seguro e confiável para o reporte de preocupações.
O documento também detalha a estrutura de governança da KPMG no Brasil, com papéis bem definidos para gestão de riscos, ética, independência e qualidade da auditoria, reforçando a segregação de responsabilidades e a conformidade com reguladores nacionais e internacionais.
Qual é o papel da tecnologia?
A tecnologia digital é apresentada como um meio estratégico para elevar a qualidade e a consistência da auditoria. O KPMG Clara, plataforma global de auditoria e asseguração em nuvem, integra metodologias, dados e tecnologias avançadas ao processo de auditoria.
O relatório destaca o uso crescente de inteligência artificial (IA), sempre com supervisão humana, para apoiar análises de risco, revisão de documentação e identificação de exceções em grandes volumes de dados.
Essa abordagem permite auditorias mais orientadas por dados, preservando princípios essenciais como julgamento profissional, ética, segurança da informação e privacidade de dados.
Ao longo de todo o documento, a transparência é tratada como um compromisso permanente, que envolve responsabilização, aprendizado contínuo e melhoria constante.